“Resenha de Vaquejada (Maria Vaqueiro)”, parceria de Felipe Amorim e Nattan, vem se consolidando como um dos grandes hits potenciais do São João de 2026. A faixa, que mistura a energia do forró com a estética da vaquejada, já soma mais de 40 mil vídeos no TikTok e tem ganhado cada vez mais força nos últimos dias, impulsionada por dancinhas, trends e pelo engajamento do público nas redes sociais. Para ampliar ainda mais o momento da música, Felipe Amorim lançou neste sábado (06) o clipe oficial da faixa em seu canal no YouTube. Gravado em Petrolina (PE), cidade diretamente conectada ao clima nordestino e às tradições juninas, o audiovisual reforça a identidade popular da canção e aproxima ainda mais o projeto do universo da vaquejada. O clipe conta com a participação de influenciadores que tiveram papel importante na viralização da música nas redes. Entre eles está Joice Lima, criadora da dancinha viral que ajudou a faixa a ganhar alcance no TikTok. Também participam Rafaelly Freitas, Crisnando Oliver e Camis Victoria — estes dois últimos responsáveis por criar uma das versões mais longas da coreografia da música. Redação NordestinosPaulistanos – Leanderson Amorim Por Kelly Amorim
Em clima de Copa do Mundo, Carlinhos Brown, Marcelo Falcão e Bruno Martini se unem no novo single “Eu Me Chamo Brasil”
A faixa mistura ritmos brasileiros e nasce como uma celebração da identidade cultural do Brasil É gol atrás de gol! Celebrando a força da música brasileira e a paixão nacional pelo futebol, Bruno Martini, um dos produtores e DJs brasileiros de maior alcance global; Carlinhos Brown, referência internacional da cultura e percussão brasileira; e Marcelo Falcão, dono de uma das vozes mais marcantes e populares da música nacional; unem suas forças em “Eu Me Chamo Brasil”, single inédito criado especialmente para o período da Copa do Mundo de 2026. A faixa surgiu a partir de um convite da Rádio Mix FM, e misturando pop brasileiro, latin pop, percussão afro-brasileira, elementos eletrônicos e a energia coletiva dos grandes hinos populares, ela nasce como uma celebração da identidade cultural do Brasil — um encontro entre ritmos, vozes e atmosferas que representam diferentes regiões e gerações do país e trazem todo o alto astral característico do nosso povo. Bruno Martini conta que produzir a faixa foi uma experiência muito especial, principalmente por poder trabalhar com a riqueza cultural que existe no Brasil: “Nosso país é gigante, cheio de diferentes ritmos, sotaques, percussões e influências musicais que tornam a música brasileira algo único no mundo. Essa canção mistura um pouco dessas atmosferas e sonoridades que fazem parte da essência do Brasil. E como eu sou apaixonado por futebol, tudo isso tornou o projeto ainda mais emocionante e empolgante. O projeto nasceu através de um convite do Vicca, da Rádio Mix, uma pessoa que eu admiro muito, e ter ao meu lado Carlinhos Brown, que além de um grande irmão é um dos artistas mais importantes da cultura brasileira, tornou tudo ainda mais forte e significativo, assim como dividir essa música com o Marcelo Falcão, um artista que representa muito da essência e da verdade do nosso som e que marcou minha adolescência e a trilha sonora da minha vida. Acho que essa música vai além do futebol. Ela fala sobre identidade, emoção, união e sobre a força que a música brasileira tem de conectar pessoas e representar a alma do nosso povo.” Para Brown, a música é um desejo de boa sorte à seleção brasileira através de toda a vibração que a música proporciona: “Nós, artistas, somos torcedores. Fazer uma música de celebração é sempre uma forma que encontramos de motivar nosso querido time e cantar com a torcida. Nessa música, Bruno, Falcão e eu trazemos a nossa motivação de boa sorte. É também um jeito de fazer parte da torcida e, por que não dizer, entrar em campo com a vibração e a alegria que a música pode proporcionar. Boa sorte à nossa seleção, e todos juntos vamos, porque é gol atrás de gol.” Completando o trio, Falcão fala sobre como foi bom fazer parte do projeto junto de pessoas tão especiais: “Felicidade enorme estar ao lado de irmãos torcendo e desejando o melhor para a nossa Seleção. Junto com toda a equipe da Rádio Mix, fizemos um trabalho que me enche de orgulho, colocamos emoção, coração e aquele sentimento que só o brasileiro tem quando o assunto é futebol. Com Brown e Bruno no meio de campo e Falcão no ataque, não tinha como dar errado. A música vem recebendo um carinho muito especial das pessoas, e isso vale mais do que qualquer coisa, vê-la tocando nas rádios, emocionando as pessoas e aproximando gerações é uma sensação difícil de explicar. A gente fez com verdade, com amor e pensando no nosso país. Parabéns a todos os envolvidos nesse projeto e à nossa Seleção Brasileira. Que a música e o futebol continuem unindo o nosso povo.” O artista também falou da emoção em ter tido seu filho Tom fazendo uma participação especial de surpresa na faixa. “Ter a participação do meu filho Tom, de apenas 7 anos, não tem preço. Ele entrou no estúdio justamente na hora em que eu estava gravando e pediu para falar: “Vai, Brasil!”. Achei justo deixar esse momento registrado na música. Com a volta do álbum de figurinhas, as ruas sendo pintadas e todo aquele clima de Copa tomando conta do país, eu tinha certeza de que as crianças voltariam a viver essa magia. E elas são o nosso futuro. Depois que o Tom mostrou a música para os amigos e professores na escola, ela acabou sendo escolhida para fazer parte da abertura das apresentações do colégio durante a Copa. Como pai, isso me enche de orgulho,” conta. “Eu Me Chamo Brasil” é um lançamento BeeSide/Nas Nuvens com distribuição pela Virgin Music Group, e chega acompanhado de um videoclipe. Nele, os três artistas aparecem mostrando diferentes partes do Brasil e da cultura deste país tão rico e diverso. Também não ficam de fora os canarinhos, a dança, muita festa, o futebol e claro, aqueles que fazem qualquer celebração ser como nenhuma outra no mundo: o povo brasileiro, unido para torcer pelo Brasil! Redação NordestinosPaulistanos – Leanderson Amorim Por Marina Avellar Foto: Divulgação
ANNÁ e Fios de Choro lançam o single “Forró de Dois Amigos”
Música do mestre Edmilson do Pife ganha nova versão na voz da artista e tem a participação de Tanaka do Pife e Ale Rodrigues ANNÁ vem se destacando a cada novo trabalho e renovando a sua pluralidade musical. À primeira vista, ou melhor, à primeira audição, o que chama a atenção é a bela e potente voz. A cantora e compositora de Mococa (SP), acaba de lançar o single “Forró de Dois Amigos” – uma revisita à obra do mestre Edmilson do Pife- em parceria com o grupo Fios de Choro. A música estará no seu próximo trabalho, o EP “Da Terra do Sol”, um projeto dedicado ao forró. “Forró de Dois Amigos” traz uma pegada bastante Nordeste do Brasil e os arranjos originais, que são fortes e característicos da liberdade da música nordestina, como ela mesma define. O projeto, que tem a participação de Tanaka do Pife e Alexandre Rodrigues, explora o forró dançante que costuma movimentar as pessoas e não deixa ninguém sentado. A proposta da artista é transformar o lançamento em uma experiência coletiva convidando o público a cantar, dançar e acompanhar de perto os preparativos para a chegada do novo EP, Terra do Sol.Sobre os artistas:A paulista ANNÁ, natural de Mococa (SP), estreou com “Pesada”, EP que tratou de temas como gordofobia e brasilidade com influências do samba e do forró. Já em 2020, nasceu “Colar”, seu primeiro álbum solo, que fez florescer uma verdadeira explosão de ritmos, no que a artista chama de “música de colagem”, em que ela se desprende dos gêneros e linearidades, fluindo em levadas alternantes, passando numa mesma faixa por funk, tango, ijexá, reggae, rock e outros. No ano de 2022, foi a vez do “Brasileira”, disco que homenageia cada década da música nacional tendo o samba como fio condutor. A multiartista lançou os EPs “DEUSA” e “DIABA”, primeiro e segundo Ato do álbum “Deusa Diaba da Terra do Sol”, trabalho que expressa a diversidade sincrética da espiritualidade brasileira contemporânea e, no momento, prepara o lançamento do terceiro Ato do disco, o EP “Da Terra do Sol”.O Fios de Choro é destaque na música instrumental do país, como um grupo que fomenta e desenvolve ritmos de Pernambuco, como o forró, frevo, maracatu e, também o choro. Com uma trajetória consolidada, formatou a sua sonoridade e desenvolveu uma linguagem de violino popular. Em sua trajetória, o Fios já tocou com importantes nomes do cenário musical, como Lia de Itamaracá, Maestro Spock, Maria Alcina e muitos outros.Alexandre Rodrigues é multi-instrumentista, compositor, educador musical, luthier de pífanos e líder dos grupos Pife Urbano e Alexandre Rodrigues Trio. Iniciou seus estudos musicais na banda 1º de Maio, em Itapissuma-PE, no ano 2000. Técnico em música pelo antigo Centro Profissionalizante de Criatividade Musical do Recife (CPCMR) e licenciado em música popular, com habilitação em clarinete, pelo IFPE-Campus Belo Jardim.Tanaka do Pife, nascido e criado em São Paulo capital, é tocador de pífano, compositor, pesquisador e luthier. Discípulo de Edmilson do Pífano, considerado por muitos umas das maiores referências do instrumento, vem se destacando como uma das principais revelações do pífano da nova geração. Tanaka atuou com a icônica Banda de Pífanos de Caruaru, Banda Zé do Estado, Chau do pife e já dividiu palco com grandes nomes do forró e da música instrumental brasileira, como Nicolas Krassik, Gabriel Grossi, Trio Sabiá, Nando Nogueira, Ó do Forró, Sexteto Sucupira Filpo Ribeiro, Xaxado Novo, entre outros.






