Cantor pernambucano apresenta sucessos das suas mais de cinco décadas de carreira para o público do Sesc e da TV Cultura Geraldo Azevedo é a atração da próxima edição do Bem Brasil, no domingo, dia 2/8, ao meio-dia. O público pode acompanhar o show pela transmissão ao vivo da TV Cultura ou diretamente no gramado do Sesc Itaquera. A apresentação é gratuita e não é necessário retirar ingressos. Geraldo Azevedo apresenta músicas que fazem parte do cancioneiro popular, como Dia Branco, Dona da Minha Cabeça e Caravana, além de outros sucessos de sua carreira e surpresas preparadas especialmente para este show. O cantor se apresenta acompanhado de sua banda formada por Cesar Michiles (flauta), Junior Xanfer (guitarra), Toninho Tavares (baixo), Romero Medeiros (teclados), Johnanthan Malaquias (sanfona), Augusto Silva (bateria) e Jerimum de Olinda (percussão). Aos 81 anos de idade e mais de 50 de carreira, Geraldo Azevedo ainda surpreende o público com o lançamento de músicas autorais inéditas e com a recente parceria com o cantor Lucas Bezerra, no single Eu Mandei Meu Amor Pro Espaço. Wandi Doratiotto apresenta o Bem Brasil, que conta ainda com a participação da jornalista Roberta Martinelli, que interage com o público presente no Sesc Itaquera. O programa tem transmissão ao vivo pela TV Cultura, canais da TV Cultura pelo sesc.tv e no canal do youtube.com/sescsp. O público também pode acompanhar as apresentações do Bem Brasil no Sesc Itaquera com entrada gratuita. Sobre o Bem Brasil O Bem Brasil estreou no dia 5 de maio de 1991, com o objetivo de transmitir shows ao vivo na televisão. O nome foi derivado do choro ”Bem Brasil”, do compositor e músico Altamiro Carrilho. O cantor, compositor e ator Wandi Doratiotto, integrante do grupo Premeditando o Breque, comandava o programa. Wandi interagia com o público e tinha como marca registrada, após chamar o artista, falar “palco”, enquanto levava o cartão com logo do programa em direção à câmera. Desde o primeiro programa em 1991, os shows eram transmitidos ao vivo do anfiteatro da USP em São Paulo. Em agosto de 1995, após uma parceria da Fundação Padre Anchieta com o Sesc São Paulo, o programa mudou para o Sesc Interlagos. A partir de julho de 2005, o Bem Brasil começou a ser gravado no Sesc Pompeia, em São Paulo. Durante os 17 anos de duração na TV Cultura, a atração contou com a presença de artistas e bandas dos mais variados estilos, como Tim Maia, Gal Costa, Cássia Eller, Zeca Baleiro, Lulu Santos, Paulinho da Viola, RPM, Luiz Melodia, Daniela Mercury, Hermeto Pascoal, Tom Zé, Barão Vermelho, Charlie Brown Jr., Chico Science e Nação Zumbi, Dona Ivone Lara, Jorge Ben, João Bosco, Zélia Duncan, O Rappa, Skank, Capital Inicial, Cidade Negra e muitos outros. O último programa Bem Brasil foi exibido em 3 de maio de 2008. Duas apresentações especiais foram ao ar em 2024, ambas gravadas no Sesc Itaquera: os shows de Teresa Cristina e o de Thaíde, que teve a participação de Dexter e Fat Family. Sobre o Sesc O Serviço Social do Comércio é uma entidade privada com finalidade pública, criada em 1946 por iniciativa do empresariado do setor de comércio de bens, serviços e turismo, e que tem como missão contribuir para a qualidade de vida dos trabalhadores dessas categorias, seus dependentes e da sociedade em geral. No estado de São Paulo, o Sesc conta com uma rede de 44 unidades, incluindo centros culturais e esportivos, bem como unidades especializadas. Oferece programações em diversas linguagens artísticas, atividades físico-esportivas e de turismo social, programas de saúde, educação para sustentabilidade, para a diversidade e para acessibilidade, alimentação, programas especiais para crianças, jovens e pessoas idosas, além do Sesc Mesa Brasil – programa institucional de combate à fome e ao desperdício de alimentos. O Sesc desenvolve, assim, uma ação de educação não formal permanente com o intuito de valorizar as pessoas ao estimular a autonomia, a convivência e o contato com expressões e modos diversos de pensar, agir e sentir. SERVIÇO: Bem Brasil – TV Cultura Geraldo Azevedo ao vivo do Sesc Itaquera Domingo (2/8), às 12h Entrada gratuita. Não é necessário retirar ingressos Livre Endereço: Av. Fernando Espírito Santo Alves de Mattos, 1000Funcionamento: Quarta a domingo e feriados, das 9h às 17h Informações: (11) 2523 9200 Estacionamento: 1.060 vagas Quarta a sexta (valor por hora): R$ 3,00 (credencial plena) e R$ 6,00 (demais públicos) Domingos e feriados (valor para o dia): R$ 18,00 (credencial plena) e R$ 36,00 (demais públicos). Transmissão do Bem Brasil – TV Cultura, canais da TV Cultura e pela sesc.tv e no canal do youtube.com/sescsp REDAÇÃO NordestinosPaulistanos – Leanderson Amorim Por Sesc Itaquera – sandra.alves@sescsp.or Foto:Foto: Marcelo Ribeiro VSITE NOSSO CANAL E ASSISTA NOSSOS VÍDEOS >https://www.youtube.com/channel/UCqoBO8fXgehmoSQ-wS5Zofw
Alceu Valença e Samuel Rosa marcam a 5ª edição da Orquestra Ouro Preto Vale Festival
Evento gratuito acontece no Posto 2 da Praia de Copacabana nos dias 14 e 15 de agosto Copacabana já se acostumou a receber multidões. E, uma vez por ano, a paisagem muda de ritmo e entram em cena também o som dos violinos, violas e violoncelos. Entre o mar e o calçadão, o vaivém de turistas e moradores abre espaço para encontros especiais entre a música de concerto e a música popular brasileira. É nesse cenário que a Orquestra Ouro Preto realiza, nos dias 14 e 15 de agosto, a nova edição do Orquestra Ouro Preto Vale Festival. O evento tem o patrocínio da Vale, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, a Lei Rouanet. Gratuito, o Vale Festival reúne, em dois dias, quatro concertos que representam momentos que ajudam a contar a trajetória e a assinatura artística da formação mineira. Na abertura, sexta-feira, dia 14, o rock e o pop dão o tom da noite, com a apresentação do tributo “Lendas do Rock”, às 19h30, e, na sequência, às 20h30, a estreia de um concerto especial ao lado de Samuel Rosa, projeto que lança um novo olhar sobre a obra de um dos músicos mais importantes da música brasileira. No dia seguinte, às 20h30, a Orquestra reencontra Alceu Valença para o espetáculo que percorreu o Brasil e a Europa e se consolidou como uma das parcerias mais longevas da música popular brasileira. Antes de o cantor e compositor pernambucano subir ao palco, a formação mineira abre a noite com o concerto em homenagem a Luiz Gonzaga, o Gonzagão, a partir das 19h30. O Orquestra Ouro Preto Vale Festival, além de celebrar a obra e a carreira de dois grandes artistas brasileiros de diferentes estilos e gerações, coloca lado a lado uma parceria amadurecida ao longo de mais de uma década com Alceu e outra que nasce diante do público ao lado do artista mineiro Samuel Rosa. Soma-se ao programa dois projetos autorais da formação mineira, que sintetizam sua capacidade de transitar entre diversos formatos, com excelência e versatilidade. O evento se tornou um dos momentos mais esperados da temporada da Orquestra. Talvez porque poucas imagens traduzam tão bem a ideia de encontro quanto uma praia, com gente que chega de todos os lados, sem convite, sem cerimônia, sem regras, unida para uma experiência que desafia fronteiras entre quem frequenta salas de concerto e quem simplesmente atravessa o calçadão. Isso revela uma característica que acompanha a Orquestra desde sua criação: a disposição para construir pontes entre repertórios, linguagens, públicos e tempos distintos da música brasileira e mundial. “Copacabana é um lugar muito especial para a Orquestra. Existe uma beleza enorme em perceber que a música chega às pessoas de forma completamente espontânea. Quem veio para caminhar, parar um instante ou simplesmente olhar o mar acaba sendo convidado a viver um concerto. Este ano, temos a alegria de apresentar dois momentos muito interessantes: um olha para a trajetória que construímos e o outro aponta para os caminhos que ainda queremos percorrer”, projeta o maestro Rodrigo Toffolo, regente titular e diretor artístico da Orquestra Ouro Preto. O Orquestra Ouro Preto Vale Festival 2026 tem o patrocínio da Vale, parceira fundamental para que projetos de grande impacto cultural cheguem gratuitamente ao público e aos quatro cantos do país. “O Orquestra Ouro Preto Vale Festival é uma iniciativa que democratiza o acesso à música de concerto e promove a circulação da cultura para diferentes públicos, fortalecendo o desenvolvimento de territórios e a economia criativa. A Orquestra Ouro Preto é também parceira do nosso programa de formação musical Vale Música, uma iniciativa que amplia os horizontes de crianças e jovens ao mostrar como a música tem o potencial de transformar vidas”, afirma Mariana Luz, diretora de Investimento Social Privado e Cultura da Vale. Repertório traz grandes sucessos da música brasileira A primeira noite do festival marca o início de uma nova parceria. Depois de anos dedicados à construção de um repertório que ajudou a moldar a música brasileira das últimas décadas, Samuel Rosa encontra, pela primeira vez, a sonoridade da Orquestra Ouro Preto em um concerto concebido especialmente para esse encontro. Além de revisitar sucessos conhecidos pelo grande público, o espetáculo propõe uma escuta voltada para o compositor, com arranjos que revelam novas camadas melódicas e harmônicas de canções que permanecem profundamente presentes na memória dos brasileiros, reafirmando a força de uma escrita capaz de atravessar o tempo sem perder frescor. É uma estreia que nasce olhando para a essência das canções, passeando pela obra de Samuel Rosa e enfatizando sua capacidade de emocionar. No repertório, sucessos que falam de amor, como as românticas “Dois Rios”, “Ainda Gosto Dela”, “Te Ver”, “Balada do Amor Inabalável”; o lirismo em “Acima do Sol”, “Canção Noturna” e “Tarde Vazia”; ou ainda os hits dançantes, como “Vamos Fugir”, “Vou Deixar” e “Lourinha Bombril”. Já a segunda noite de festival é dedicada à celebração. Afinal, poucos espetáculos brasileiros conseguiram construir uma relação tão duradoura entre a música popular e a linguagem orquestral quanto a união entre o artista pernambucano e a formação mineira. Criado há quase quinze anos, o concerto nasceu do encontro entre a Orquestra Ouro Preto e Alceu Valença, aproximando a exuberância rítmica e poética do compositor pernambucano da sonoridade das cordas. O resultado é um concerto vibrante, que ultrapassou a ideia de homenagem para se tornar uma obra única, apresentada em dezenas de cidades brasileiras e também na Europa, registrada em dois álbuns e reconhecida como um dos trabalhos mais emblemáticos da trajetória do grupo mineiro. Em Copacabana, o público reencontra esse repertório com arranjos que revelam texturas, harmonias e nuances que a música de concerto potencializa sem jamais apagar sua origem. A apresentação, que acontece no dia 15, a partir das 20h30, torna-se ainda mais especial ao fazer parte das celebrações dos 80 anos de Alceu. No setlist, pérolas do cancioneiro brasileiro, com inspirações que vão dos ritmos nordestinos à ótica contemporânea, passam da bossa ao fado, sem abandonar o lirismo e a sensualidade, em versões para clássicos como “La Belle de




